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Aproxima-te mais..
Tenta sentir do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado, ele ampara tristezas,
combate incertezas, sustenta lágrimas, põe a nostalgia de lado.
É até capaz de diminuir o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda segredos, e jura cumplicidade.
Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar,
o que quer que seja..
Abraços são pequenas orações de fé, de força, e energia.
Olha para o lado:
Há sempre alguém que quer ser abraçado e não tem coragem de dizer.
Abraça-o!
O pior que pode acontecer, é ganhares de volta um sorriso de carinho,
ou quem sabe, uma palavra sincera.
Tu vais descobrir que ninguém está sozinho
e que a vida, pode ser um eterno céu de primavera.
Aproxima-te mais e tenta sentir do que um abraço é capaz!!
QUE O SOL AQUEÇA SEU CORAÇÃO,
QUE HAJA ALEGRIA NO SEU OLHAR
E PAZ NO SEU CAMINHAR."
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía."
Luís de Camões
"Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena. "
(Mario Quintana)
"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."(Paulo Freire, educador brasileiro)
"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência." Augusto Cury
From Laura Shefler:(Um case study que vale a pena ler...)
"Os weblogs são um tipo de trabalho que tem tanto substância acadêmica como substância literária. Em seus blogs, os alunos exercitam pensamento crítico, assumem riscos criativos, e utilizam de modo sofisticado a linguagem. Ao fazer isso, eles desenvolvem habilidades que poderão ser úteis tanto em sua vida escolar como em outros contextos." . "Por meio de uma prática de sucesso em vez de uma teoria, este projeto sugere a possibilidade de que alguns trabalhos que os alunos precisam fazer para ler bem, responder criticamente a estímulos intelectuais, e escrever de modo consistente, podem ser concretizadom sob circunstâncias muito diferentes daquelas encontradas nas escolas."
BIBLIOTECA: UM ESPAÇO PARA PESQUISAR E APRENDER. Agradeço sua visita, espero que esse espaço possa oportunizar momentos de trocas e crescimento nessa área tão importante que é a educação.
O trecho acima é tradução de um texto que integra um conjunto de depoimentos de professores sobre usos de blogs em educação. Talvez a professora Laura tenha exagerado na dose. De qualquer forma, a gente sabe intuitivamente que os blogs criam um espaço de redação que nehnuma forma tradicional oferece. Publicar o próprio texto, vê-lo na Internet, saber que qualquer leitor poderá ver o que escrevemos, editar nosso texto de modo profissional etc. são circunstâncias que mudam radicalmente as coisas. Comparem um texto de blog com aqueles "papeluchos" entregues para a professora. Um texto no blog fica muito mais interessante.
Há muito que descobrir sobre usos de blogs para fins educacionais. Laura Shefler aponta o caminho: aprender fazendo. Teorizar sobre a matéria poderá gerar artigos, papers, teses e livros. Mas fazer um blog possivelmente gera idéias imediatas de "como eu gostaria de trabalhar uma escrita reflexiva com meus alunos". Espero que esse caminho nos ensine modos de fazer que melhorem cada vez mais as habilidades comunicativas de nossos alunos.
Postado por:
RICHTERBAYS
às
15h16
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Esta observação se propõe a analisar as reações e as atitudes das crianças quando em contato com a leitura e a pesquisa em uma biblioteca, além de observar o estímulo proporcionado pelos funcionários no intuito de promover situações de desenvolvimento cognitivo e lazer ao público alvo. Para isso foram utilizadas observações com características etnográficas, que por sua vez primam pela riqueza de detalhes. Pôde-se observar que as primeiras reações nas crianças que necessitavam desenvolver atividades de pesquisas era de aversão. Entretanto, à medida em que descobriam curiosidades e informações interessantes nos livros iam envolvendo-se e realizando o trabalho com mais prazer. Este estudo pressupõe disposição dos alunos em freqüentar a biblioteca, mas em contrapartida não foi observada nenhuma interferência pedagógica oriunda dos funcionários que contribuísse para o incentivo de situações de aprendizagem e/ou lazer para os freqüentadores.

A cada dia que passa, navegando pela internet, encontro mais e mais blogs de professores destinados a sugerir atividades para os colegas de profissão. Muitos fotografam suas aulas e expõem suas experiências positivas – estes eu admiro. O que me assusta é a quantidade de blogs sem compromisso com o verdadeiro sentido de educar.
O que é educar realmente? Educar é transformar o animal humano em cidadão ativo e participativo na sociedade. É levar os alunos a crítica, ao questionamento, é desenvolver habilidades. A escola deve exercer um papel de humanização a partir da aquisição de conhecimentos e de valores para a conquista do exercício pleno da cidadania. E educar para a cidadania é educar para uma democracia que dê provas de sua credibilidade de intervenção na questão social e cultural. Isto exige uma prática educativa, participativa, dialógica e democrática, que supere a cultura autoritária – de simples transmissão de conhecimento. Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta.
Não é um trabalho fácil nem tampouco simples. Como já dizia Paulo Freire "Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo". Será que os professores não sabem que tem nas mãos este poder e esta responsabilidade? Creio que sabem mas nem todos tem coragem, engajamento e paixão suficiente para “por a mão na massa” e educar de forma efetiva, significativa.
Vejo blogs elogiadíssimos onde há um “copia e cola” de livros didáticos e pedagógicos. Alguns com imagens ainda nítidas que podem servir como material de pesquisa, outros nem isso. E onde está a análise crítica? O que fazer com o material exposto? Simplesmente achar bonitinho, xerocar e transmitir aos alunos? Creio que alguns vão unir os diversos materiais e planejar o que fazer com ele – adaptar a realidade da instituição em que trabalha e as necessidades de seus alunos. Mas estes são a exceção – o que confirma que há uma regra. A grande maioria vai transmitir e só.
É fundamental filtrar a quantidade de informação que é transmitida através da internet. Quantidade NÃO é qualidade. Quantidade não educa.
Outro dado igualmente assustador é ver educadores que se preocupam exageradamente com paineis, murais, lembranças, enfeites de toda ordem – feitos por eles – belíssimos sem duvida, mas sem sentido algum. Não quero aqui defender a idéia de manter uma sala de aula feia e sem atrativos visuais, não é isso. Mas me pergunto se todo educador é artesão. Se todos têm habilidades manuais. Se todas as escolas têm recursos e materiais disponíveis para a confecção. E ainda, se isto é dado pronto às crianças. Não é de se estranhar que existem aqueles que menosprezam a profissão de professor e acham que aprendemos nos cursos de pedagogia artesanato, que nossas provas são como escrever em papel pardo ou coisas do tipo. A questão é ainda mais grave se pensarmos que aprendemos exatamente o oposto. Aprendemos a valorizar e a incentivar a criatividade dos alunos e que são eles, e suas construções e descobertas, que devem ser expostas nos paineis, murais, se são as lembranças que eles confeccionam as significativas e não aquelas que vem prontas e mesmo muito bem feitas acabam, em breve, na lata do lixo.
E o tempo perdido com isso? Não poderia ser gasto planejando uma aula dinâmica, interativa, emocionante? Não poderia ter sido gasto lendo um bom livro que acrescentasse em sua práxis? Então, o que proponho é a prática do professor orientador, facilitador, amigo, parceiro, e não detentor do saber absoluto. Propor a prática da construção de conhecimento junto com os alunos. Do professor – educador e não artesão.
Não quero desrespeitar o trabalho de ninguém mas sim levantar a questão para uma reflexão. Os artesãos devem ser respeitados e valorizados pelo seu trabalho e o professor, pelo dele, cada um exercendo a sua função.
Presentear os alunos e enfeitar junto com eles o ambiente escolar é fundamental e importante sim, é óbvio, mas o que quero enfatizar é o como fazer isso e aliar tal prática ao objetivo mor que é educar, no sentido pleno da palavra.
Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta. "... aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação..." Portanto, pensem nisso...
>REFLITA E COLOQUE SUA OPINIÃO: ![]()
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Telemóveis, MP3 e MP4 na sala de aula? Sim!
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Computadores, telemóveis e MP3 são todos muito bem-vindos às aulas de Português da professora Adelina Moura"Ontem à noite, fartei-me de ouvir a 'setôra'. Era eu a lavar a loiça e a 'setôra' a ler o Sermão do Padre António Vieira!". O comentário é citado por Adelina Moura, professora de Português/Francês da "Secundária" Carlos Amarante, em Braga, como prova dos bons resultados que está a obter com a utilização das tecnologias móveis no ensino (vulgarmente conhecido por "m-learning"). Nas suas aulas - ao contrário do que acontece nas restantes -, telemóveis, MP3 e MP4 são muito bem-vindos. Ali, em casa ou na rua, os alunos podem ouvir as aulas da professora.O mais curioso é que os "podcasts" (gravações) de Adelina Moura, alojados na Net, já correm dezenas de salas de aulas do país, provando a utilidade das novas metodologias de ensino-aprendizagem."Se não os podes combater, junta-te a eles". Este foi o mote encontrado por Adelina Moura para amudança nos métodos de ensino. "Por mais que se proíba, é impossível impedir a entrada de telemóveis e MP3 nas salas de aula. Então, por que não tirar partido deles?", questionou.Tão depressa pôs a questão como depressa arranjou uma boa tese de doutoramento, que está a desenvolver no Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. E para "cobaias" da sua experimentação não podia ter encontrado melhor do que os alunos do 11.º ano do Curso Profissional de Manutenção Industruial e Electromecânica."É uma turma onde mais de 50% dos alunos têm duas e três repetências, pois têm dificuldades de aprendizagem. A motivação para eles é fundamental, há que arranjar formas de os prender e de não faltarem às aulas", explicou a professora.Adelina Moura aproveitou a existência de 14 computadores portáteis na escola para utilizá-los na sala de aula. Em casa, a docente grava a leitura dos textos e todos os comentários e explicações sobre os temas em estudo. São os chamados "podcasts", que mantém disponíveis a quem os quiser ouvir no sítio discursodirecto.podomatic.com.Para os seus alunos, criou um espaço próprio na Net, intitulado "Geração Móvel" (geramovel.googlepages.com/podcast)."Ali os alunos têm os textos e os comentários gravados, além de um conjunto de actividades que lhes são propostas. Eles ouvem e realizam os exercícios ao seu próprio ritmo de aprendizagem", explicou.Normalmente, os "podcasts" são descarregados apenas por um dos alunos que, depois, passa aos restantes utilizando o "bluetooth" do telemóvel."Em casa, podem ouvir tudo a partir da Net ou do telemóvel ou MP3. E podem ir passear e, pelo caminho, ouvir os textos e as explicações da professora. O objectivo é aprender numa sala sem muros e numa disciplina sem horários", comentou Adelina Moura.Embora a professora também utilize os métodos tradicionais, prefere, com aqueles alunos, recorrer mais às tecnologias. "Com o método tradicional, eles parecem atentos, mas estão longe. Com estas novas tecnologias, são mesmo obrigados a mostrar trabalho", concluiu.Fernando Basto, Pedro Correia
>QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE ESTE ASSUNTO?
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Aproxima-te mais..
Tenta sentir do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado, ele ampara tristezas,
combate incertezas, sustenta lágrimas, põe a nostalgia de lado.
É até capaz de diminuir o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda segredos, e jura cumplicidade.
Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar,
o que quer que seja..
Abraços são pequenas orações de fé, de força, e energia.
Olha para o lado:
Há sempre alguém que quer ser abraçado e não tem coragem de dizer.
Abraça-o!
O pior que pode acontecer, é ganhares de volta um sorriso de carinho,
ou quem sabe, uma palavra sincera.
Tu vais descobrir que ninguém está sozinho
e que a vida, pode ser um eterno céu de primavera.
Aproxima-te mais e tenta sentir do que um abraço é capaz!!
QUE O SOL AQUEÇA SEU CORAÇÃO,
QUE HAJA ALEGRIA NO SEU OLHAR
E PAZ NO SEU CAMINHAR."
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“Escolho meus amigos não pela pele, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito, nem os maus hábitos,
fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Quero que me
tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco. Escolho meus amigos pela cara lavada e
pela alma exposta. Não quero só ombro ou colo, quero sua maior alegria,
amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos
assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis
nem choros piedosos. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os
metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam
o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa “.
Oscar Wilde

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